A Tunning Ingeniería estará presente no Claude Impact Lab 2026

“A nossa empresa está em sintonia, e até mesmo à frente em alguns aspetos, com as tendências que marcam a transformação digital nas organizações”, afirmou Alejandro Muñoz, responsável pela área de tecnologia operacional.

A inteligência artificial deixou de ser uma promessa para o futuro para se tornar uma ferramenta concreta de produtividade, automatização e análise estratégica. Neste contexto, a equipa de Tecnologia de Operações da Tunning Ingeniería participou recentemente no Claude Impact Lab 2026, um dos eventos internacionais mais relevantes do mundo nesta área, que reuniu especialistas e equipas tecnológicas de diversos setores.

Mais de 900 pessoas candidataram-se e apenas 180 foram selecionadas para participar. Para Alejandro Muñoz, líder da equipa da Tunning, o encontro foi uma oportunidade para comparar experiências, metodologias e desafios com organizações que hoje estão a impulsionar processos avançados de adoção da inteligência artificial.

Tecnologia aplicada a desafios reais

Um dos principais focos da participação da Tunning foi avaliar como outras empresas estão a incorporar a IA em processos de automatização, análise de dados e otimização operacional. «Fomos ver como outras equipas se estavam a organizar e quão perto estávamos de enfrentar desafios com inteligência artificial. A conclusão foi muito positiva», explicou Muñoz.

A experiência também permitiu confirmar que muitas das ferramentas e metodologias utilizadas internacionalmente já fazem parte do trabalho quotidiano da equipa de Tecnologia de Operações da Tunning. Conceitos como o RAG, utilizado para enriquecer consultas a bases de dados, ou o MCP, protocolo que permite ligar sistemas a modelos de inteligência artificial, já estão a ser aplicados pela área.

«Fiquei agradavelmente surpreendido ao ver que muitas das linguagens, ferramentas e formas de enfrentar os desafios eram as mesmas que já utilizamos. Aliás, considerando que não somos uma empresa dedicada ao desenvolvimento de software, em alguns aspetos estávamos mais avançados do que várias equipas», assinalou Alejandro.

Alejandro Muñoz exemplificou este desenvolvimento com a aplicação que criaram para manter um melhor controlo das atividades no terreno e gerar relatórios de forma mais automatizada: «ajuda-nos no apoio, gestão e planeamento das diferentes atividades, tornando o trabalho mais eficiente. Além disso, tem visualizações muito boas para os nossos clientes, pois estes podem ver os relatórios dos engenheiros no terreno, o avanço, as tarefas pendentes, as que estão planeadas e as pessoas responsáveis», salienta.

Formação contínua e cultura de inovação

Segundo explicou o líder da área de tecnologia de operações, a chave para avançar na inteligência artificial não está apenas na adoção de ferramentas, mas também no desenvolvimento de capacidades dentro das equipas.

Alejandro Muñoz
Líder da equipa de Tecnologia Operacional da Tunning.

Por isso, a nossa empresa irá iniciar novas formações internas centradas na inteligência artificial aplicada ao trabalho quotidiano, abordando desde a correta elaboração de prompts até à seleção estratégica de ferramentas de acordo com cada desafio operacional.

«As boas práticas passam por estarmos constantemente a formar-nos e a testar novas ferramentas. Os modelos de inteligência artificial evoluem a cada sessenta ou setenta dias, pelo que devemos adaptar-nos continuamente e avaliar como incorporar essas melhorias nas nossas automatizações e processos», comenta.

Para além da aprendizagem técnica, a participação no Claude Impact Lab reforçou o trabalho colaborativo da equipa. «Participar no evento também nos serviu para nos unirmos e partilharmos novas ideias sobre como continuar a potenciar a utilização da inteligência artificial dentro da organização», conclui Muñoz.

Juan Parra, Priscila Diaz, Alejandro Muñoz e Felipe Soto, da Tunning Ingeniería, no Claude Impact Lab 2026.

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