O apoio técnico da Tunning Ingeniería: um trunfo que impulsiona a nossa expansão internacional

«O facto de termos desenvolvido serviços nos ecossistemas mineiros mais exigentes do mundo — Chile e Peru — constitui uma base de credibilidade na hora de expandir as nossas operações para outros mercados.»

Cada minuto da operação mineira tem um impacto direto na produtividade e nos custos. Daí a importância da fiabilidade dos sistemas de controlo. Neste contexto, um dos pilares da Tunning Ingeniería nos últimos anos tem sido o reforço e a integração do suporte técnico.

“Investimos muita energia na digitalização do nosso backoffice, incorporando tecnologia e automatizando processos”, indica Claudio Jara, diretor-geral da empresa. O engenheiro civil elétrico acredita que o fator crítico para a estabilidade e o crescimento reside na disponibilidade de processos internos altamente automatizados que permitam manter uma operação estável, a baixo custo, num cenário de aumento da complexidade e da escala das operações.

«O desenvolvimento da inteligência artificial obriga empresas como a nossa a estarem preparadas para reagir de forma adaptativa e rápida», acrescenta, destacando, por exemplo, que os agentes autónomos e os robôs humanóides terão impactos relevantes nas operações mineiras.

Assim, num contexto em que a mineração global se torna cada vez mais tecnológica e interligada, o reforço do backoffice técnico tornou-se a base que nos permitirá projetar a expansão internacional para novos mercados.

A experiência mineira chilena como cartão de visita

A indústria mineira chilena é uma referência global no setor do cobre. Segundo a Cochilco, o Chile continuará a liderar o mercado e poderá aumentar a sua participação na produção mundial graças ao impulso de novos projetos ou à expansão de explorações existentes.

Esta liderança posiciona o país como fornecedor de minerais estratégicos para a transição energética e a digitalização; mas também como um laboratório operacional para soluções tecnológicas avançadas na mineração. «Para nós, isto é fundamental. Ter desenvolvido serviços nos ecossistemas mineiros mais exigentes do mundo — Chile e Peru — constitui uma base de credibilidade na hora de projetar operações noutros mercados», destaca Jara.

Os Estados Unidos manifestaram interesse em desenvolver a sua própria produção de minerais críticos. Para as empresas ligadas à mineração, isto abre uma janela de oportunidade.

«Competimos num mercado já estabelecido, com muitos intervenientes e um elevado nível de segmentação. As diferenças mais relevantes que observamos não são apenas técnicas, mas também culturais dentro do ecossistema», salienta Jara.

Nesse contexto, também competimos pela forma como nos organizamos. Temos investido de forma sustentada na digitalização do backoffice, na automatização de processos internos e no reforço da padronização de metodologias de suporte técnico para construir uma operação capaz de expandir-se internacionalmente, sem depender da localização geográfica das equipas.

Na indústria mineira, a inovação ocorre muitas vezes em camadas invisíveis do sistema: software, protocolos, algoritmos, processos internos. É precisamente aí que colocámos o nosso foco.

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